quarta-feira, 20 de novembro de 2013
O Sebastianismo - O que é?
" O Sebastianismo foi um movimento que ocorreu em Portugal na segunda metade do século XVI como consequência da morte do rei D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578. Por falta de herdeiros, o trono português terminou nas mãos do rei Filipe II de Espanha.
Basicamente é a esperança na vinda de um messias salvador e traduz uma inconformidade com a situação política vigente e uma expectativa de salvação, ainda que miraculosa, através da ressurreição de um morto ilustre.
Apesar do corpo do rei ter sido removido para Belém, o povo nunca aceitou o facto, divulgando a lenda de que o rei se encontrava ainda vivo, apenas esperando o momento certo para voltar ao trono e afastar o domínio estrangeiro."
In "Lendas e Mitos de Portugal
Cronologia- Reis de Portugal
Reis e rainhas de Portugal
Para saberes mais clica aqui!
http://www.aena.pt/bibliotecas/images/stories/PDF/reis.pdf
terça-feira, 19 de novembro de 2013
D. Sebastião
Clica aqui! http://www.arqnet.pt/portal/portugal/temashistoria/sebastiao.html
À batalha de Alcácer-Quibir também chamam a batalha dos três reis. Queres saber mais? Clica aqui!http://batalha3reis.appspot.com/
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Especiarias
As especiarias eram utilizadas para temperar e conservar os alimentos. Muitas eram usadas para o fabrico de medicamentos e perfumes.
1 - Anis-estrelado
2 - Malaguetas picantes secas
3 - Malaguetas encarnadas e verdes
4 - Sementes de alcaravia
5 - Bagas de Zimbro
6 - Vagens de cardomomo
7 - Pimenta-de-caiena
8 - Gengibre inteiro e em fatias
9 - Macis
10 - Açafrão
11 - Curcuma moída
12 - Sementes de cominho
13 - Tamarindo
14 - Vagens de Baunilha
15 - Grãos secos de pimenta
16 - Casca de cássia
17 - Sementes de mostarda pretas/brancas
18 - Noz-moscada inteira e raspada
19 - Sementes de funcho
20 - Cravo-da-índia
21 - Sementes de endro
22 - Grãos secos de pimenta verde
23 - Paus de canela
Espionagem no tempo de D. João II
Ao contrário do pai, D. Afonso V, D. João II deu um grande impulso às descobertas marítimas. Queria chegar à Índia por mar, apoderar-se do comércio das especiarias e espalhar a fé cristã. Para recolher informações, enviou dois homens da sua confiança, Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva; disfarçados de mercadores, recolheram informações sobre o comércio na Índia e sobre a a navegação no Oceano Índico. Estas informações completaram as obtidas por Bartolomeu Dias .
Os Portugueses tinham entrado no Oceano Índico e o sonho da Índia estava cada vez mais próximo!

A barca e a caravela




terça-feira, 22 de outubro de 2013
A rota do Cabo
"A Rota do Cabo é a via marítima entre o Ocidente e o Oriente que passa ao largo do Cabo da Boa Esperança, no extremo meridional do continente africano.O estabelecimento da Rota do Cabo resultou da experiência e da arte náuticas dos portugueses no Oceano Atlântico. Quem a percorreu pela primeira vez foi Vasco da Gama, que descobriu o caminho marítimo para a Índia, chegando a Calecute em 1498. Era a realização de um sonho antigo. O contacto entre o Ocidente e o Oriente deixava de depender da Rota da Seda. Ao mesmo tempo, era a oportunidade de surgimento de uma potência comercial atlântica e um duro golpe para o comércio mediterrânico.O caminho marítimo para a Índia das especiarias e para o mundo do Oceano Índico foi dominado inicialmente pelos portugueses, tendo-se efetuado, de 1498 a 1635, 916 partidas de armadas do Tejo.
Durante mais de oitenta anos, as armadas portuguesas e as naus de especiarias puderam circular pela Rota do Cabo sem sentirem qualquer ameaça;" Infopédia
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
A viagem de Cristóvão Colombo e o Tratado de Tordesilhas



segunda-feira, 14 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
A ação de D. João II
O grande sonho de D. João II era atingir a Índia por mar e controlar o comércio das especiarias orientais utilizadas como tempero, conservação de alimentos e até medicamentos.
Para isso mandou Diogo Cão explorar o litoral africano a sul do Equador para descobrir uma passagem para o oceano Indico. Para garantir a posse das terras descobertas mandou colocar padrões .

Bartolomeu Dias, em 1488, ultrapassou o extremo sul de África: o cabo da Boa Esperança. Para recolher mais informações, o rei D. João II mandou ,por terra, Afonso de Paiva e Pêro da Covilhã.
Para isso mandou Diogo Cão explorar o litoral africano a sul do Equador para descobrir uma passagem para o oceano Indico. Para garantir a posse das terras descobertas mandou colocar padrões .


O arrendamento com Fernão Lopes
O rei D. Afonso V, interessou-se mais pelas conquistas no Norte de África do que pelas descobertas. Depois da morte de D. Henrique fez um contrato com Fernão Gomes, um rico mercador, por 6 anos. Fernão Gomes tinha de descobrir por ano 100 léguas por ano e pagaria uma renda anual. Em troca , podia explorar o comércio com a costa africana.Neste período foi descoberta a costa entre a Serra Leoa e o cabo de Santa Catarina. Estas terras eram ricas em ouro, marfim e malagueta. Vinham também escravos para Portugal.
Mais tarde o filho de D. Afonso V, o futuro rei D. João II ficou à frente deste comércio,
organizando novas viagens.
Mais tarde o filho de D. Afonso V, o futuro rei D. João II ficou à frente deste comércio,
organizando novas viagens.
A nau
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
A arte de navegar
A 1ª grande dificuldade dos navegadores portugueses foi a passagem do cabo Bojador.
Aí, as correntes e os ventos faziam os navios afundarem.
Para evitar as correntes e conseguir aproveitar os ventos contrários, passou a ser utilizado um novo tipo de embarcação, mais pequena, leve e fácil de manobrar com ventos contrários: a caravela.
Muitas vezes, os navios tinham de se desviar da costa e navegar sem terra à vista. Para se orientarem, os marinheiros observavam os astros e utilizavam instrumentos próprios para determinar a posição do navio e a rota a seguir.
Esses instrumentos eram : o astrolábio, o quadrante , a balestilha e a bússola.
Com o tempo, foram desenhando mapas cada vez mais precisos.Nesses mapas estavam também assinaladas as direcções dos ventos e correntes marítimas. Eram as cartas náuticas.


astrolábio:
Permitia descobrir a distância que ia do ponto de partida até o lugar onde a embarcação se encontrava, medindo a altura do sol ao meio dia.
Quadrante :
Aí, as correntes e os ventos faziam os navios afundarem.
Para evitar as correntes e conseguir aproveitar os ventos contrários, passou a ser utilizado um novo tipo de embarcação, mais pequena, leve e fácil de manobrar com ventos contrários: a caravela.
Muitas vezes, os navios tinham de se desviar da costa e navegar sem terra à vista. Para se orientarem, os marinheiros observavam os astros e utilizavam instrumentos próprios para determinar a posição do navio e a rota a seguir.
Esses instrumentos eram : o astrolábio, o quadrante , a balestilha e a bússola.
Com o tempo, foram desenhando mapas cada vez mais precisos.Nesses mapas estavam também assinaladas as direcções dos ventos e correntes marítimas. Eram as cartas náuticas.


Permitia descobrir a distância que ia do ponto de partida até o lugar onde a embarcação se encontrava, medindo a altura do sol ao meio dia.
Quadrante :
O quadrante permitia descobrir a distância entre o ponto de partida e o lugar onde a embarcação se encontrava. O cálculo baseava-se na altura da Estrela Polar.
Balestilha:
Permitia calcular a medida da distância da linha do horizonte aos astros.
Bússola:
A bússola (também chamada de agulha de marear) era, e ainda é, um instrumento de navegação muito importante a bordo.
Para estudar!
Para saberes mais sobre os Descobrimentos, clica aqui!http://descobrimentos.no.sapo.pt/
A exploração da costa africana
Pouco depois da conquista de Ceuta, começaram a realizar-se viagens para sul, organizadas pelo infante D. Henrique. Durante os reinados de D. João I, D. Duarte e D. Afonso V, realizaram-se muitas viagens ao longo da costa ocidental africana.
A conquista de Ceuta
O 1º destino da expansão portuguesa foi Ceuta, no norte de África. Esta cidade estava bem localizada, junto ao estreito de Gibraltar e controlava a entrada no mar Mediterrâneo. Era uma das cidades onde abundavam produtos como o ouro, o trigo e as especiarias, que chegavam aí por rotas dominadas pelos Muçulmanos.
Fascinados com a riqueza de Ceuta e desejosos de continuar a guerra contra os Mouros, os Portugueses decidiram conquistar a cidade.
Em 1415, saiu de Lisboa uma poderosa armada . Era comandada por D. João I , acompanhado pelos seus filhos mais velhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique.
Depois de perderem Ceuta, os Mouros desviaram as rotas comerciais para outras cidades do Norte de África.
Mas os Portugueses desejavam continuar com a reconquista cristã e chegar aos pontos de abastecimento de ouro, escravos e marfim.
Fascinados com a riqueza de Ceuta e desejosos de continuar a guerra contra os Mouros, os Portugueses decidiram conquistar a cidade.
Em 1415, saiu de Lisboa uma poderosa armada . Era comandada por D. João I , acompanhado pelos seus filhos mais velhos, D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique.
Depois de perderem Ceuta, os Mouros desviaram as rotas comerciais para outras cidades do Norte de África.
Mas os Portugueses desejavam continuar com a reconquista cristã e chegar aos pontos de abastecimento de ouro, escravos e marfim.
O desejo de expansão
No início do século XV, Portugal era um reino independente, com fronteiras definidas, e em paz, mas pobre, pois faltavam metais preciosos ( ouro e prata) e cereais. A solução para as dificuldades do reino era procurar riquezas noutras terras .
Iniciou-se a expansão marítima portuguesa, isto é, o alargamento do espaço português para outros continentes e oceanos. A expansão iria mudar a ideia que se tinha do mundo e colocou em contacto povos de todos os continentes.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Consequências da crise de 1383-1385
Com a aclamação de D. João, mestre de Avis, como rei de Portugal (1385)- início da Dinastia de Avis, a burguesia passou a ter mais influência na vida política e na administração do reino. Muitos burgueses foram nomeados para cargos importantes . Também lhes foram dadas terras e títulos de nobreza. Muitos nobres até aí pouco importantes, receberam mais terras e privilégios. Apareceu uma nova nobreza que veio substituir a antiga, que entretanto fugira para Castela.
A paz com Castela foi assinada em 1411.

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